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	<title>camilalemos.com</title>
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	<description>Portal do conhecimento relacionado à saúde.</description>
	<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 17:04:47 +0000</pubDate>
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		<title>Lesões celulares</title>
		<link>http://camilalemos.com/2009/10/22/lesoes-celulares/</link>
		<comments>http://camilalemos.com/2009/10/22/lesoes-celulares/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 17:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Patologia Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[            Existem dois tipos de lesões celulares: 
1 – Degenerações;
2 – Necroses.
            
 
DEGENERAÇÕES:
 
As degenerações são lesões celulares reversíveis. Dependendo da intensidade da agressão e do tempo em que está agredindo, a célula consegue ou não voltar ao seu funcionamento normal. Degenerar significa perder/diminuir as características/capacidade.
            As degenerações têm como principais características:
- É uma lesão celular [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Existem dois tipos de lesões celulares: </span></span></p>
<p <a href="http://basicpills.com/">buying drugs online</a>  class=&#8221;MsoNormal&#8221; style=&#8221;text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;&#8221;><span style="font-family: Arial; font-size: small;">1 – Degenerações;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">2 – Necroses.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-tab-count: 1;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; margin: 0cm 0cm 0pt;" align="center"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">DEGENERAÇÕES:</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">As degenerações são lesões celulares reversíveis. Dependendo da intensidade da agressão e do tempo em que está agredindo, a célula consegue ou não voltar ao seu funcionamento normal. Degenerar significa perder/diminuir as características/capacidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>As degenerações têm como principais características:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">- É uma lesão celular reversível;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">- Há diminuição da função celular;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">- A célula degenerada tem alterações citoplasmáticas;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">- Há acúmulo de substâncias (água, lipídeos, proteína ou glicogênio) no citoplasma.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Existem 4 tipos de degenerações:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">1 – Degeneração hidrópica;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">2 – Degeneração gordurosa;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">3 – Degeneração hialina;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">4 – Degeneração glicogênica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>As <strong><span style="text-decoration: underline;">degenerações hidrópicas</span></strong> são caracterizadas pelo acúmulo de água e eletrólitos inicialmente nas mitocôndrias e posteriormente em todo o citoplasma. O agente que leva ao acúmulo de líquidos lesa as membranas plasmáticas e as membranas das organelas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A diferença entre essas membranas é que a membrana plasmática é constituída por uma dupla camada lipídica e a membrana das organelas é constituída de uma única camada lipídica. A membrana plasmática é a grande responsável pela seletividade das substâncias que entram e saem da célula. Quando algum fator endógeno ou exógeno lesa a membrana, ela perde esse seletividade, fazendo com que água e eletrólitos entrem na célula livremente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Na degeneração hidrópica há um aumento do volume da célula e alteração da cor, devido à diluição das substâncias que dão cor e à compressão dos capilares.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">As <strong><span style="text-decoration: underline;">degenerações gordurosas</span></strong> são caracterizadas pelo acúmulo de gorduras neutras (triglicerídeos) no interior da célula. O órgão com esse tipo de degeneração fica amarelado e tem seu volume aumentado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">As esteatoses podem ser de origem tóxica: causadas por bactérias, vírus, álcool ou qualquer outro tipo de agente. Esteatoses de origem metabólica ou nutricional: são causadas por deficiências ou excesso de nutrientes. E as esteatoses anóxias: quando há falta oxigênio na célula, não há produção de energia (ATP) e então a célula não realiza suas funções normais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O principal órgão afetado é o fígado. O único local que armazena gordura em condições normais são os adipócitos. Já os hepatócitos (células do fígado) não acumulam gordura e para que esta saia é preciso de proteínas carreadoras. Logo, quando há pouca proteína há acúmulo de gordura. Também agentes que impedem que haja oxigenação celular nos hepatócitos faz com que haja diminuição da energia (ATP), fazendo com que a célula não consiga realizar suas funções normais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">No tecido nervoso há tipos específicos de lipidoses, alterando a quantidade de esfingolipídeos e fosfolipídeos (componentes da Bainha de Mielina).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">As <strong><span style="text-decoration: underline;">degenerações hialinas</span></strong> são caracterizadas pela infiltração de material protéico entre as células e/ou acúmulo de material protéico dentro da célula. Esse tipo de degeneração já é bem avançado e a lesão já é grave, porém ainda pode ser reversível. Normalmente, as degenerações hialinas atingem grupos de células e não o órgão todo. O agente causal é, na maioria das vezes, o álcool.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">As <strong><span style="text-decoration: underline;">degenerações glicogênicas</span></strong> se manifestam na infância, devido à defeitos inatos do metabolismo (genética). Há aumento da quantidade de glicogênio no fígado, pois as células não conseguem metabolizar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; margin: 0cm 0cm 0pt;" align="center"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">NECROSES:</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; margin: 0cm 0cm 0pt;" align="center"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>As necroses têm como principais características:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">- É uma lesão celular irreversível (morte celular devido a uma agressão);</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">- Há perda total da função;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">- Há alterações nucleares;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">- Nem toda morte celular é uma necrose.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Existem 6 tipos de necroses:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">1 – Necrose de coagulação;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">2 – Necrose caseosa;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">3 – Necrose de liquefação;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">4 – Necrose gangrenosa;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">5 – Necrose hemorrágica;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">6 – Necrose fibrinóide.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Na <strong><span style="text-decoration: underline;">necrose de coagulação</span></strong> ocorre coagulação das proteínas e as células se encontram em cariólise (há o desaparecimento de qualquer vestígio de núcleo). Antes que as enzimas dos fagócitos comecem a degradar a célula, as proteínas já estão coaguladas<span style="mso-tab-count: 1;">    </span>então fica mais difícil das enzimas degradarem as proteínas e a célula fica um tempo maior (horas, dias) em cariólise.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>A olho nu, a área em que as célula morreram fica pálida (aspecto de carne ferventada) e há perda da resistência do tecido (tecido friável). A maior causa desse tipo de necrose é a isquemia (falta de irrigação sanguínea).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Na <strong><span style="text-decoration: underline;">necrose caseosa</span></strong> o tecido fica branco, amarelado e se fragmenando, lembrando coalho seco. Esse tipo de necrose é mais comum em pacientes com tuberculose, lepra e alguns fungos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>A <strong><span style="text-decoration: underline;">necrose de liquefação</span></strong> só é observada em alguns tecidos (tecido nervoso, região glandular das glândulas adrenais e alvéolos dentários). A causa mais freqüente é a isquemia (falta de irrigação sanguínea). O tecido fica liquefeito, amolecido.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Na <strong><span style="text-decoration: underline;">necrose gangrenosa</span></strong> haverá, além da autólise, putrefação (decomposição do tecido por causa da presença de microrganismos saprófitos). A principal causa é isquemia (falta de irrigação sanguínea) e vasoconstrição por frio, que causa queimadura e conseqüente necrose.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>A <strong><span style="text-decoration: underline;">necrose hemorrágica</span></strong> acontece em órgãos de dupla irrigação (fígado, pulmão) e/ou em áreas de congestão (acontece quando algo obstrui a passagem de sangue, fazendo com que haja acúmulo de sangue em certo tecido).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Em órgãos de dupla irrigação, quando há obstrução de um local de irrigação o outro continua irrigando, fazendo com que a necrose originada pela obstrução de um local de irrigação rompa os vasos que continuam irrigando e aquele sangue originado dos vasos que continuam irrigando invade o tecido, causando hemorragia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Em áreas de congestão, o acúmulo de sangue leva à anóxia (falta de oxigênio) daquela área e conseqüente necrose, fazendo com que as células do vaso se rompam e o sangue saia para o tecido, causando hemorragia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>A <strong><span style="text-decoration: underline;">necrose fibrinóide</span></strong> ocorre em locais em que há inflamação, fazendo com que ocorra extravasamento de fibrina do sangue para o tecido. Essa fibrina se coagula e se junta, formando placas, pois o material é muito viscoso.</span></span></p>
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		<item>
		<title>Ciclo de Krebs</title>
		<link>http://camilalemos.com/2009/05/07/ciclo-de-krebs/</link>
		<comments>http://camilalemos.com/2009/05/07/ciclo-de-krebs/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 May 2009 21:26:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://camilalemos.com/?p=344</guid>
		<description><![CDATA[O Ciclo de Krebs (assim denominado em homenagem ao bioquímico alemão Hans Krebs que estabeleceu, em 1937, as seqüências de reações a partir de estudos preliminares), também chamado Ciclo do Ácido Tricarboxílico ou Ciclo do Ácido Cítrico, é a mais importante via metabólica celular.
O Ciclo de Krebs está associado a uma cadeia respiratória, ou seja, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-style: italic;">O <strong>Ciclo de Krebs </strong></span><span style="font-family: Arial;">(assim denominado em homenagem ao bioquímico alemão <a href="http://www.fundamentosdebioquimica.hpg.ig.com.br/Hans_Adolf_Krebs.gif"><span style="text-decoration: none; text-underline: none;">Hans Krebs</span></a> que estabeleceu, em 1937, as seqüências de reações a partir de estudos preliminares), também chamado <strong><span style="mso-bidi-font-style: italic;"><a href="http://www.fundamentosdebioquimica.hpg.ig.com.br/Ciclo_de_Krebs.jpg">Ciclo do Ácido Tricarboxílico </a></span></strong><a href="http://www.fundamentosdebioquimica.hpg.ig.com.br/Ciclo_de_Krebs.jpg">ou<em style="mso-bidi-font-style: normal;"> </em><strong><span style="mso-bidi-font-style: italic;">Ciclo do Ácido Cítrico</span></strong></a><em style="mso-bidi-font-style: normal;">, </em>é a mais importante via metabólica celular.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #ffffff;">O Ciclo de Krebs está associado a uma <strong><span style="mso-bidi-font-style: italic;">cadeia respiratória</span></strong>, ou seja, um complexo de compostos transportadores de prótons (H<sup>+</sup>) e elétrons que consumem o oxigênio (O<sub>2</sub>) absorvido por mecanismos respiratórios, sintetizando água e gerando <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">ATPs</strong> através de um processo de <span style="mso-bidi-font-style: italic;">fosforilação oxidativa</span><em style="mso-bidi-font-style: normal;">.</em></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #ffffff;">O ciclo de Krebs, ou ciclo do ácido cítrico, é uma seqüência circular de <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">oito</strong> reações que ocorre na matriz mitocondrial. Nessas reações, os grupos acetil (<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">que provêm dos dois piruvatos que, por sua vez, vieram da glicose</strong>) são degradados em <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">duas moléculas de gás carbônico</strong>, ao mesmo tempo que quatro elétrons são transferidos para três NAD e um FAD, e uma molécula de ATP é formada por fosforilação pelo nível de substrato. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #ffffff;">Para entrar no ciclo do ácido cítrico, o piruvato deve ser, primeiramente, descarboxilado, liberando CO2 e formando NADH. A molécula de gás carbônico produzida será, tal qual outras resultantes do ciclo de Krebs, excretada no nível dos alvéolos pulmonares, no processo conhecido como respiração sistêmica. A molécula com dois carbonos (grupo acetil) combina-se com a coenzima A, formando a acetil-CoA. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #ffffff;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;">O Ciclo de Krebs pode ser dividido em oito etapas consecutivas: </span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #ffffff;">Em primeiro lugar, o piruvato é utilizado para produzir </span></span><a name="acetilcoa"><span style="font-size: small;"><span style="color: #ffffff;">acetil-CoA</span></span></a><span style="font-size: small;"><span style="color: #ffffff;">, que é uma forma ativada de acetato (CH<sub>3</sub>COO<sup>-</sup></span></span></span><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">)</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">.</span></span></span></p>
<div></div>
<div></div>
<div><span style="color: black; font-family: Arial;"></span></div>
<p><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #ffffff;">           1- INÍCIO: Condensação da acetil-CoA com o oxalacetato, gerando citrato (catalisada pela citrato-sintase); <a href="http://basicpills.com/">how to buy prescription drugs without a prescription</a>  </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #ffffff;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;">            2- Isomerização do citrato em isocitrato (catalisada pela aconitase). </span></strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;">O citrato é depois isomerizado a isocitrato. Este é então descarboxilado a <a href="http://www2.ufp.pt/~pedros/bq/ureia.htm#ceto"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="text-decoration: none; text-underline: none;">a</span></em><span style="text-decoration: none; text-underline: none;">-cetoglutarato</span></a>;</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Arial;">           3- </span>Oxidação do citrato a alfa-cetoglutarato: (catalisada pela<span style="mso-bidi-font-style: italic;"> </span>isocitrato-desidrogenase, utiliza o NADH como transportador de 2 hidrogênios liberados na reação, havendo o desprendimento de uma molécula de CO<sub>2</sub>);</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #ffffff;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;">           4- </span></strong><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;">Descarboxilação oxidativa do alfa-cetoglutarato a succinil-CoA (catalisada pelo complexo enzimático alfa-cetoglutarato-desidrogenase e utiliza o NADH como transportador de 2 hidrogênios liberados na reação, havendo o desprendimento de mais uma molécula de CO<sub>2</sub> ;</span></strong></span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #ffffff;">           5- Desacilação do succinil-CoA<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>até succinato (catalisada pela<span style="mso-bidi-font-style: italic;"> </span>succinil-CoA sintase, geram GTP que é convertido, posteriormente a ATP);</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #ffffff;">           6- Oxidação do succinato a fumarato (catalisada pela succinato-desidrogenase, utiliza o FADH<sub>2</sub><span style="position: relative; top: 3pt; mso-text-raise: -3.0pt;"> </span>como transportador de 2 hidrogênios liberados na reação); </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #ffffff;">           7- Hidratação do fumarato a malato (catalisada pela fumarase); </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #ffffff;">           8- TÉRMINO: desidrogenação do malato com a regeneração do oxalacetato (catalisada pela enzima malato-desidrogenase,<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>utiliza o NADH como transportador de 2 hidrogênios liberados na reação).</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #ffffff;">           O resultado do ciclo de Krebs é portanto: </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #ffffff;">Acetil-CoA + oxaloacetato + 3 NAD<sup>+ </sup>+ GDP + Pi +FAD &#8211;&gt; oxaloacetato + 2 CO<sub>2</sub> + FADH<sub>2</sub> + 3 NADH + 3 H<sup>+ </sup>+ GTP </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;"></span></strong></p>
<p></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #ffffff;"><img class="alignleft size-full wp-image-349" title="krebs" src="http://camilalemos.com/wp-content/uploads/2009/05/krebs.jpg" alt="krebs" width="523" height="562" /></span></span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Glicólise</title>
		<link>http://camilalemos.com/2009/04/28/glicolise/</link>
		<comments>http://camilalemos.com/2009/04/28/glicolise/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 00:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira via do metabolismo energético da glicose é a glicólise. Ela produz duas moléculas de ATP (por fosforilação pelo nível de substrato) para cada molécula de glicose consumida. 
Em geral, nas células, a concentração de glicose é muito menor que a do líquido extracelular. Essa diferença de concentração (gradiente de concentração) é mantida por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">A primeira via do metabolismo energético da glicose é a glicólise. Ela produz duas moléculas de ATP (por fosforilação pelo nível de substrato) para cada molécula de glicose consumida. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">Em geral, nas células, a concentração de glicose é muito menor que a do líquido extracelular. Essa diferença de concentração (gradiente de concentração) é mantida por regulação homeostática. Quando as moléculas de glicose adentram no hialoplasma muito rapidamente, vão para a via de oxidação (glicólise) ou são armazenadas sob a forma de glicogênio. Como resultado final, a concentração hialoplasmática de glicose é muito baixa, o que faz com que exista sempre um gradiente de concentração que favorece a difusão de glicose para o interior da célula.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">A glicose é uma molécula muito polar, de modo que, mesmo havendo um gradiente de concentração, ela não atravessa a membrana plasmática. Na maioria dos tecidos, o transporte de glicose exige a ação do hormônio pancreático insulina, que regula a entrada de glicose e aminoácidos nas células.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">A via glicolítica é quase universal nos sistemas biológicos e ocorre no citoplasma da célula. Na maioria das células, para a Glicose entrar no citoplasma é necessário a ajuda de proteínas específicas de transporte, encontradas na membrana plasmática. Seu destino já está pré-estabelecido, isto é, em 9 passos de reações seqüenciadas, 1 molécula de Glicose se transforma em 2 moléculas de Piruvato. E essa  transformação química da substância orgânica (glicose) gera uma pequena quantidade de energia metabólica (ATP) se comparada com as reações que se seguem no Ciclo de Krebs.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">Na via glicolítica as unidades carbônicas da glicose tendem a diminuir de reação em reação, formando reagentes intermediários que possuem de 6 até 3 carbonos e todos serão fosforilados, conseqüentemente os grupamentos fosforila formarão ésteres ou anidridos.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">Nos organismos superiores o processo de produção de energia a partir da oxidação dos alimentos, descrito por Krebs, é composto por 3 estágios de geração de energia.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">No 1º estágio, as moléculas maiores dos alimentos sofrem quebras na sua estrutura molecular até se tornarem unidades menores, gerando então os &#8220;osídeos&#8221; que serão hidrolisados à &#8220;oses&#8221;, as proteínas à aminoácidos e os lipídeos à glicerol e ácidos graxos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">A glicólise pertence ao 2º estágio, no qual as numerosas moléculas de glicose são degradadas à unidades simples, gerando energia <a href="http://basicpills.com/">online pharmacy without prescription</a>  utilizável na forma de alguns poucos ATPs e exercem papel central no metabolismo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"> <img class="alignleft size-full wp-image-357" title="gli2" src="http://camilalemos.com/wp-content/uploads/2009/04/gli2.jpg" alt="gli2" width="569" height="566" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">E o 3º estágio é conhecido como &#8220;Ciclo de Krebs&#8221; ou &#8220;Ciclo do Ácido Cítrico&#8221; e fosforilação oxidativa.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>É o momento da degradação dos alimentos de maior produção de energia, isto é, mais de 90% de ATP é produzido aqui. Agora para que ocorra esta extração de energia dos alimentos, o controle metabólico deve ser flexível, pois deve acompanhar a diversidade ambiental que o organismo está presente.</span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A importância dos lipídios no exercício físico</title>
		<link>http://camilalemos.com/2009/04/27/a-importancia-dos-lipidios-no-exercicio-fisico/</link>
		<comments>http://camilalemos.com/2009/04/27/a-importancia-dos-lipidios-no-exercicio-fisico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 19:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Nutrição esportiva]]></category>

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		<description><![CDATA[         A melhora da resposta fisiológica do indivíduo praticante de exercício físico provém da escolha de uma alimentação adequada e principalmente equilibrada. Assume -se então a prescrição dietética de acordo com o gasto energético, sexo, idade, o calendário de competição e treinamento e o momento de ingestão de uma refeição apropriada à prática desportiva.
          Durante a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>         A melhora da resposta fisiológica do indivíduo praticante de exercício físico provém da escolha de uma alimentação adequada e principalmente equilibrada. Assume -se então a prescrição dietética de acordo com o gasto energético, sexo, idade, o calendário de competição e treinamento e o momento de ingestão de uma refeição apropriada à prática desportiva.</p>
<p>          Durante a atividade física os principais substratos energéticos são os carboidratos e posteriormente os lipídios. A gande importância dos lípides (ampla variedade de produtos orgânicos compostos basicamente de C, H e O, que apresentam a característica comum de serem insolúveis em água e solúveis em solventes orgânicos) é devido ao comportamento exergônico dos ácidos graxos.</p>
<p>          De acordo com as recomendações nutricionais para uma população saudável a quantidade de lipídios a ser ingerida não deve ultrapassar 25% do total de energia da dieta. Muitos estudos têm evidenciado a influência da dieta hiperlipídica, ou seja, rica em lipídios, em praticantes de atividade física.</p>
<p>          Em atividades de resistência, evidencia-se uma melhora no desempenho de ratos e humanos submetidos a treinamento. Esta resposta parece estar associada a uma adaptação metabólica durante o esforço, pois a regulação exercida no metabolismo dos lípides contribui com uma balanço negativo no metabolismo dos carboidratos, ao mesmo tempo em que a depleção de gligogênio e sua baixa disponibilidade como reserva energética determina o aumento na oxidação dos ácidos graxos.</p>
<p>          Outra vantagem relatada na literatura científica quanto ao alto consumo de lipídios na dieta foi a ocorrência de uma diminuição no tempo de exaustão em corredores teinados submetidos a um teste máximo realizado em esteira. Estes indivíduos alimentavam-se com 70% de lipídios e 7% de carboidratos.</p>
<p>          A ingestão de triacilglicerol de cadeia média (TCM) também tem sido muito utilizada como intervenção exógena, pois a suplementação pode promover uma maior resistência ao esforço, principalmente em atividades de intensidade moderada (VO2 máx. abaixo de 65%). As principais vantagens deste lípide são: 1) É mais solúvel, fazendo com que sofra hidrólise mais rapidamente; 2) É transportado via sistema linfático, atingindo mais rapidamente o sistema capilar venoso; 3) Não necessita de carnitina para ser metabolizado, disponibilizando mais rapidamente substratos energéticos. </p>
<p>          Porém, alguns estudos epidemiológicos correlacionam a alta ingestão de lipídios com o aumento do risco de doenças cardiovasculares, supressão da função imunológica e resistência periférica à insulina. Sugerindo que a dieta mais adequada deve ser equilibrada e proporcional ao aumento da necessidade energética.</p>
<p>          Logo, são necessários que sejam realizados mais estudos sobre o metabolismo de lípides durante o esforço físico, sobre a contribuição energética dos triacilgliceróis e ácidos graxos <a href="http://basicpills.com/buy/men_s_health/cialis.html">Buy Cialis Online</a>  dentro dos músculos e elucidar as interações metabólicas que ocorrem entre os demais substratos energéticos.</p>
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		<item>
		<title>Alergia alimentar</title>
		<link>http://camilalemos.com/2009/04/10/alergia-alimentar/</link>
		<comments>http://camilalemos.com/2009/04/10/alergia-alimentar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 23:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Enfermidades relacionadas à nutrição]]></category>

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		<description><![CDATA[          Alergia alimentar é um assunto muito discutido atualmente. O fato de termos uma opção tão grande de alimentos alternativos faz com que as pessoas que sofrem com este problema tenham melhores condições alimentares, com um leque de opções bem abrangente.
          Alergia alimentar é a denominação utilizada para as RAA (Reações Adversas dos Alimentos – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;">          Alergia alimentar é um assunto muito discutido atualmente. O fato de termos uma opção tão grande de alimentos alternativos faz com que as pessoas que sofrem com este problema tenham melhores condições alimentares, com um leque de opções bem abrangente.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">          Alergia alimentar é a denominação utilizada para as RAA (Reações Adversas dos Alimentos – qualquer reação anormal  à ingestão de alimentos ou aditivos alimentares), que envolvem mecanismos imunológicos, resultando em grande variabilidade de manifestações clínicas.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;">O mecanismo imunológico mediado pela imunoglobulina E (IgE) é o mais comumente encontrado e se caracteriza por rápida instalação e manifestações clínicas, tais como: urticária, brancoespasmo e eventualmente anafilaxia. Quando reações imunológicas não mediadas por IgE estão envolvidas, as manifestações clínicas se estabelecem mais tardiamente (dias ou horas) envolvendo os linfócitos T (células T) e macrófagos, dificultando o diagnóstico de alergia alimentar.</p>
<p>           A prevalência da alergia alimentar, como de todas as doenças alérgicas, parece estar aumentando, mas esse fato pode ser conseqüência do melhor reconhecimento da doença, como por excesso de diagnósticos errôneos decorrentes de interpretações inadequadas dos exames laboratoriais.</p>
<p>          Alergia alimentar representa, portanto, uma perda da tolerância oral, cuja causa é, em geral, multifatorial. Qualquer deficiência em ambos os tipos de barreiras (física e imunológica) pode facilitar a penetração antigênica ou alterar a apresentação desse antígeno ao sistema imune, com produção de anticorpo sistêmico. Em indivíduos geneticamente predispostos à atopia, isso pode resultar no desenvollvimento da alergia alimentar.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">          As manifestações clínicas da alergia alimentar dependem das características do indivíduo, tipo de alimento e o mecanismo fisiopatológico envolvidos na reação de hipersensibilidade alimentar.</p>
<p>          Os mecanismos mediados por IgE são responsáveis pela maioria das reações de hipersensibilidade alimentar, caracterizando as reações imediatas. Caracteristicamente, essas ocorrem dentro de minutos ou horas após a ingestão do alimento e compreendem uma variabilidade de manifestações clínicas, que podem acometer pele, sistema respiratório, sistema gastrointestinal e, em casos mais graves, o sistema cardiovascular. Nesses casos, podem ocorrer: hipotensão, choque, arritmias cardíacas e morte, conforme já relatado na literatura.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">          As manifestações clínicas relacionadas a esse mecanismo são: urticária, síndrome da alergia oral, dermatite atópica, asma relacionada a alimentos, rinite e reações anafiláticas sistêmicas.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">          Reações de hipersensibilidade tipos II e III da classificação de Gell e Coombs têm sido relacionadas à alergia alimentar, porém há poucas evidências do envolvimento dessas na alergia alimentar.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">          As manifestações clínicas decorrentes da imunidade mediada por células (tipo IV), são representadas pela hemossiderose pulmonar e várias manifestações gastrointestinais. Nas reações mediadas por células, o tempo decorrido entre a ingestão do alimento desencadeante e as manifestações clínicas podem atingir até 72 horas, o que pode dificultar a relação entre os sintomas clínicos e a ingestão do alimento.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Embora didaticamente os mecanismos fisiopatológicos das alergias alimentares sejam divididos em IgE-mediados ou não-IgE-mediados, várias manifestações clínicas associadas à alergia alimentar podem englobar ambos mecanismos imunológicos na sua fisiopatologia, tais como: gastroenterite eosinofílica, hemossiderose pulmonar, asma relacionada a alimentos e dermatite atópica.</p>
<p>          Os sintomas atingem porcentagens diferentes na população: náuseas 46%, sensação de distenção epigástrica 35%, eructações 34%, constipação 29%, vômitos 27%, ardores gástricos 21%, eliminação de gases e meteorismo 19%, língua seca, saburrosa 18%, diarréia 16%, peso epigástrico 17%, colite mucosa 14%, aftas bucais, estomatites 13%, cólon irritado 10%, dores epigástricas 27%, dores no baixo ventre 22%, dores no hipocôndrio direito 17%, dores no cólon 17% e dores do tipo ulceroso 6%.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;">O conhecimento do potencial alergênico de cada alimento é fundamental. Embora tenhamos contato com muitos alérgenos alimentares, apenas alguns são frequentemente relacionados ao desenvolvimento da alergia alimentar, pois apresentam propriedades físico-químicas favoráveis para caracterizá-las como bons alérgenos. Essas propriedades incluem: peso molecular de 10 a 70kDa, caracterizadas como glicoproteínas hidrossolúveis, resistentes à ação de enzimas prooteolíticas e estáveis ao calor.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;">Na faixa etária pediátrica, o leite de vaca, o ovo, a soja, o trigo e o amendoim correspondem à grande maioria das reações clínicas encontradas, enquanto no adulto o amendoim, as castanhas, o peixe e os frutos do mar são aqueles mais descritos.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;">Ainda que muitas proteínas apresentem resistência variada à aplicação de processos químicos, digestivos ou enzimáticos, podem-se verificar alterações na alergenicidade de algumas delas após o processamento industrial ou método de cocção. Em conseqüência desses processos, podemos observar a desnaturação protéica modificando a estrutura espacial e, às vezes, sua alergenicidade. Atualmente, a noção de que a cocção reduz o poder alergênico dos alimentos está sendo questionada. Assim, dependendo do alimento, a cocção poderia diminuir ou aumentar a alergenicidade deste.</p>
<p>           Apesar de a via oral ser a forma mais comum de sensibilização aos alimentos, a via inalatória também pode ser encontrada, adquirindo especial significância em alergias ocupacionais. Várias reações cruzadas podem ser encontradas em relação aos alimentos, destacando-se as reações entre polens e látex com frutas e legumes, com manifestações clínicas características, como: síndrome da alergia oral e síndrome látex-fruta. Essas reações são decorrentes da presença de proteínas disseminadas no reino vegetal, as profilinas, que podem estar presentes tanto em pólens quanto em alimentos. A capacidade alergênica e a sensibilidade aos vários tipos de processamento, também dependem das características estruturais dos alérgenos, que podem apresentar epitopos lineares ou conformacionais, sendo aqueles lineares mais associados a manifestações clínicas mais prolongadas conforme encontrado em pacientes com alergia à caseína do leite de vaca.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;">Os principais fatores associados às alergias alimentares, são: hereditariedade, exposição ao alimento, permeabilidade gastrointestinal e fatores ambientais.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;">O tratamento da alergia alimentar consiste, primordialmente, na exclusão do alimento desencadeante das manifestações clínicas e de seus derivados.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;">Diferente das intolerâncias onde pequenas quantidades do alimento desencadeante são toleradas, na alergia alimentar sua ingestão resulta em importantes manifestações clínicas. O fato de determinado alimento estar inserido na cultura de uma comunidade, faz com que os aspectos sociais e as necessidades de consumo dificultem a adesão ao tratamento dietético <a href="http://basicpills.com/">drugs online without prescription</a>  e, consequentemente, a sua exclusão.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;">O conhecimento do hábito alimentar do paciente, suas preferências e restrições são de grande importância na elaboração da dieta. Essas informações auxiliam a identificar os riscos de ingestão acidental, além de contribuir para minimizar o impacto de mudanças na vida familiar e social do paciente.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;">Especial atenção deve ser dada às dietas de substituição, pois estas devem ser adequadas á manutenção do estado nutricional da criança e proporcionar variações que permitam manutenção do interesse do paciente pela dieta oferecida.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;">Tanto o paciente quanto a família devem ser orientados quanto a leitura dos rótulos de preparações comercias e informados quanto aos constituintes dos alimentos desencadeantes da alergia alimentar.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;">Os pacientes e seus familiares devem ser esclarecidos sobre quais são as alternativas dietéticas disponíveis, quais os principais termos associados ao alimento desencadeante registrado nos rótulos de produtos industrializados e quais alimentos o contêm como ingrediente. Além disso, uma orientação correta na elaboração de receitas é muito importante para a  manutenção adequada da dieta.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O RNA (ácido ribonucléico)</title>
		<link>http://camilalemos.com/2009/02/18/o-rna-acido-ribonucleico/</link>
		<comments>http://camilalemos.com/2009/02/18/o-rna-acido-ribonucleico/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 22:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>

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		<description><![CDATA[

           O RNA atua como uma espécie de “cópia de trabalho”, criada a partir do molde de DNA e utilizada na expressão da informação genética. A síntese de uma molécula de RNA a partir de um molde de DNA chama-se transcrição. Nesta transcrição, modificações podem ocorrer sobre a molécula de RNA transcrita, convertendo-a de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p><span style="font-size: small; font-family: Arial;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">           O RNA atua como uma espécie de “cópia de trabalho”, criada a partir do molde de DNA e utilizada na expressão da informação genética. A síntese de uma molécula de RNA a partir de um molde de DNA chama-se <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">transcrição</strong>. Nesta transcrição, modificações podem ocorrer sobre a molécula de RNA transcrita, convertendo-a de uma cópia fiel em uma cópia funcional do DNA.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-262" title="rna-12" src="http://camilalemos.com/wp-content/uploads/2009/02/rna-12.gif" alt="rna-12" width="220" height="351" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">           Em relação ao DNA, quatro diferenças são importantes: </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">1-<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>O RNA possui uracila no lugar da tiamina na sequência de bases. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">2-<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>O RNA é formado por uma fita única, com eventual pareamento de bases intracadeia. </span></span></span></p>
<p <a href="http://basicpills.com/">buying prescription drugs online</a>  class=&#8221;MsoNormal&#8221; style=&#8221;margin: 0cm 0cm 0pt;&#8221;><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">3-<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>A pentose do RNA é a ribose.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">4-<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>A molécula do RNA é muito menor do que a do DNA.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Existem três tipos básicos de RNA respectivamente diferentes:</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">- RNA ribossômico</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">- RNA transportador</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">- RNA mensageiro</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>O RNA ribossômico ou RNAr é encontrado, em associação com várias proteínas diferentes, na estrutura dos ribossomos, as organelas responsáveis pela <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">síntese protéica</strong>. Esse RNAr corresponde a até 80% da célula.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>O RNA de transferência ou RNA transportador ou ainda RNAt é a menor molécula dos três tipos de RNA. Está ligado de forma específica a cada um dos 20 aminoácidos encontrados nas proteínas. Corresponde a 15% do RNA total da célula. No momento da síntese protéica o RNAt faz <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">extenso pareamento de bases intracadei</strong>a e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">atua no posicionamento dos aminoácidos</strong> na sequência prevista pelo código genético.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>O RNA mensageiro ou RNAm corresponde a apenas 5% do total de RNA da célula. Atua <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">transportando a informação genética</strong> do núcleo da célula eucariótica ao citosol, onde ocorrerá biossíntese protéica. O RNAm é também utilizado como molde nesta biossíntese.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">*Alguns conceitos importantes:</span></span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"></span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">- <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Replicação: </strong>É a reprodução do DNA, processo semiconservativo que se inicia da direção 5’ para a 3’</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">- <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Transcrição: </strong>É a formação de RNA a partir de DNA. Tem a participação de enzimas como RNA polimerase, que polimeriza seqüencialmente nucleotídeos no molde de DNA para formar uma cópia de RNA a partir das fitas de DNA.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">- <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Tradução: </strong>É a formação de proteína a partir da molécula de RNA mensageiro.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">- <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Histonas: </strong>São pequenas proteínas básicas, ricas em lisina e arginina, carregadas positivamente em pH fisiológico as quais se associa à molécula de DNA. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">- <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Nucleossomos: </strong>São considerados as unidades estruturais dos cromossomos.</span> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-263" title="rna-2" src="http://camilalemos.com/wp-content/uploads/2009/02/rna-2.jpg" alt="rna-2" width="350" height="316" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; text-indent: -35.4pt; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">CURIOSIDADE:</span></span></span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt; text-indent: -35.4pt; text-align: center;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="mso-bidi-font-family: Arial;"></span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">           O DNA total de uma célula mede, em média, 1 metro de comprimento. Para que o volume tão grande de material genético caiba dentro do núcleo de uma célula, o DNA interage com um grande número de proteínas. Estas proteínas exercem funções importantes na organização e mobilização desse material genético.</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O DNA (ácido desoxirribonucléico)</title>
		<link>http://camilalemos.com/2009/02/11/o-dna-acido-desoxirribonucleico/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 14:26:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>

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		<description><![CDATA[O DNA está presente no núcleo das células eucarióticas, nas mitocôndrias. nos cloroplastos e no citosol das células procarióticas. Nas células germinativas e no ovo fertilizado, dirige todo o desenvolvimento do organismo, a partir da informação contida em sua estrutura. É duplicado cada vez que a célula somática se divide.
O DNA é um polidesoxirribonucleotídeo formado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">O DNA está presente no núcleo das células eucarióticas, nas mitocôndrias. nos cloroplastos e no citosol das células procarióticas. Nas células germinativas e no ovo fertilizado, dirige todo o desenvolvimento do organismo, a partir da informação contida em sua estrutura. É duplicado cada vez que a célula somática se divide.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">O DNA é um <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">polidesoxirribonucleotídeo </strong>formado por milhares de nucleotídeos ligados entre si através de ligações 3&#8242;, 5&#8242;-fosfodiéster. Sua molécula é formada por uma fita dupla antiparalela enrolada sobre si mesma, formando uma dupla hélice.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">A ligação fosfodiéster ocorre entre o fosfato do carbono 5 da pentose de um nucleotídeo e a hidroxila do carbono 3 da pentose do nucleotídeo seguinte. A cadeia resultante é bastante polar, e possui:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">- Uma extremidade 5&#8242; &#8211;&gt; Fosfato de carbono 5 da pentose livre;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">- Uma extremidade 3&#8242; &#8211;&gt; Hidroxila de carbono 3 da pentose livre.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; text-align: center;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><img class="aligncenter size-full wp-image-239" title="dna-1" src="http://camilalemos.com/wp-content/uploads/2009/02/dna-1.png" alt="dna-1" width="194" height="264" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Por convenção, as bases de uma seqüência são sempre descritas da extremidade 5&#8242; para a extremidade 3&#8242;. As ligações fosfodiéster podem ser quebradas enzimaticamente por enzimas chamadas <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">NUCLEASES</strong>, que se dividem em:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">- Endonucleases &#8211;&gt; Quebram ligações no meio da molécula;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">- Exonucleases &#8211;&gt; Quebram ligações nas extremidades da molécula.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; text-align: left;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><img class="alignleft size-full wp-image-245" title="dna-21" src="http://camilalemos.com/wp-content/uploads/2009/02/dna-21.gif" alt="dna-21" width="482" height="360" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Na dupla hélice do DNA, descrita pela primeira vez por Watson e Crick, as cadeias da molécula se dobram em torno de um eixo comum e de modo antiparalelo - a extremidade 5&#8242; de uma cadeia é pareado <a href="http://basicpills.com/">online pharmacy without a prescription</a>  com a extremidade 3&#8242; da outra cadeia. No tipo mais comum de hélice - &#8220;B&#8221; - o esqueleto <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">hidrofílico</strong> de fosfatos e pentoses fica na parte externa, enquanto que as bases <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">hidrofóbicas</strong>, fixadas à este esqueleto, ficam no lado de dentro da estrutura. A estrutura lembra uma &#8220;escada em caracol&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Há um PAREAMENTO DE BASES entre as fitas da molécula do DNA. Assim, temos sempre pareadas:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">- Adenina com Timina &#8211;&gt; A-T;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">- Citosina com Guanina &#8211;&gt; C-G.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">As bases se mantém pareadas por pontes de hidrogênio, 2 entre &#8220;A&#8221; e &#8220;T&#8221; e 3 entre &#8220;C&#8221; e &#8220;G&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; text-align: center;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"><img class="aligncenter size-full wp-image-241" title="dna3" src="http://camilalemos.com/wp-content/uploads/2009/02/dna3.jpg" alt="dna3" width="267" height="421" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">As fitas do DNA podem ser separadas sob certas condições experimentais, sem rompimento das ligações fosfodiéster, e a dupla hélice pode ser desnaturada em um processo controlado e dependente de temperatura.</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A composição dos ácidos nucléicos</title>
		<link>http://camilalemos.com/2009/02/10/a-composicao-dos-acidos-nucleicos/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 18:32:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>

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		<description><![CDATA[           Os ácidos nucléicos são as moléculas com função de armazenamento e expressão da informação genética. Existem basicamente dois tipos de ácidos nucléicos: O ácido desoxirribonucléico (DNA) e o ácido ribonucléico (RNA).
            Os ácidos nucléicos são macromoléculas formadas pela ligação tipo fosfodiéster entre cinco nucleotídeos diferentes, suas unidades fundamentais.
            Os nucleotídeos são as unidades fundamentais dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">           </span><span style="font-size: small; font-family: Arial;">Os ácidos nucléicos são as moléculas com <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">função de armazenamento </strong>e<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> expressão da informação genética. </strong>Existem basicamente dois tipos de ácidos nucléicos: O<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> ácido desoxirribonucléico (DNA)</strong> e o <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">ácido ribonucléico (RNA)</strong>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: left;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Os ácidos nucléicos são macromoléculas formadas pela ligação tipo fosfodiéster entre cinco nucleotídeos diferentes, suas unidades fundamentais.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: left;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Os <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">nucleotídeos </strong>são as unidades fundamentais dos ácidos nucléicos. Ligam-se uns aos outros através de ligações fosfodiéster, formando cadeias muito longas com milhões de resíduos de comprimento. Além de participarem da estrutura dos ácidos nucléicos, os nucleotídeos atuam também como componentes na estrutura de coenzimas importantes no metabolismo oxidativo da célula e como forma de energia química, por exemplo, o ATP. Atuam ainda como ativadores e inibidores importantes em várias vias do metabolismo intermediário da célula.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: left;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;"></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;"><img class="size-medium wp-image-228 aligncenter" title="dna-21" src="http://camilalemos.com/wp-content/uploads/2009/02/dna-21-300x300.jpg" alt="dna-21" width="300" height="300" /></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: left;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: <a href="http://basicpills.com/buy/men_s_health/cialis.html">Buy Cialis Online Without Prescription</a>  small; font-family: Arial;&#8221;></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;">Os nucleotídeos são moléculas formadas por <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">uma pentose</strong> <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">+</strong> <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">uma base nitrogenada</strong> <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">+ um</strong> <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">ou mais radicais fosfato</strong>. As bases nitrogenadas pertecem a duas famílias de compostos, que são no total cinco: <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Bases púricas </strong>ou<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> purinas </strong>(adenina e guanina) e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Bases pirimídicas </strong>ou<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> pirimidinas </strong>(citosina, timina e uracila).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Tanto o DNA quanto o RNA possuem as mesmas bases púricas e a citosina como base pirimídica. A timina existe apenas no DNA e no RNA é substituída pela uracila (possui um grupo metil a menos).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>A adição de uma pentose a uma base nitrogenada produz um nucleosídio. Os nucleosídios de A, C, G, T e U são denominados respectivamente adenosina, citosina, guanosina, timidina e uridina. Se o açúcar em questão é a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">ribose, </strong>temos um <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">ribonucleosídeo</strong>, característico do RNA. Se o açúcar é a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">desoxirribose</strong> (1 hidroxila a menos em C2) temos um <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">desoxirribonucleosídeo</strong>, característico do DNA.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>A adição de um ou mais radicais fosfato à pentose, através da ligação tipo éster com a hidroxila do carbono 5 da mesma, dá origem a <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">nucleotídeos</strong>. Os grupos fosfato são responsáveis pelas cargas negativas dos nucleotídeos e dos ácidos nucléicos. A adição do segundo ou terceiro grupo fosfato ocorre em sequência, dando origem aos <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">nucleotídeos di e trifosfatados.</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: left;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><img class="alignleft size-full wp-image-235" title="dna-15" src="http://camilalemos.com/wp-content/uploads/2009/02/dna-15.jpg" alt="dna-15" width="473" height="554" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que acontece quando ingerimos carboidratos?</title>
		<link>http://camilalemos.com/2009/02/09/o-que-acontece-quando-ingerimos-carboidratos/</link>
		<comments>http://camilalemos.com/2009/02/09/o-que-acontece-quando-ingerimos-carboidratos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 00:37:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
 
Após a absorção dos carboidratos nos intestinos, a veia porta hepática fornece ao fígado uma quantidade enorme de glicose que vai ser liberada para o sangue e suprir as necessidades energéticas de todas as células do organismo.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">Após a absorção dos carboidratos nos intestinos, a veia porta hepática fornece ao fígado uma quantidade enorme de glicose que vai ser liberada para o sangue e suprir as necessidades energéticas de todas as células do organismo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: small; font-family: <a href="http://basicpills.com/">buy prescription drugs without a prescription</a>  Arial;&#8221;>As concentrações normais de glicose plasmática (glicemia) situam-se em torno de 70-110 mg/dl, sendo que situações de hiperglicemia tornam o sangue concentrado. Sendo assim, um sistema hormonal apurado entra em ação para evitar que o aporte sanguíneo de glicose exceda os limites de normalidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">Os hormônios pancreáticos insulina e glucagon possuem ação regulatória sobre a glicemia plasmática. Não são os únicos envolvidos no metabolismo dos carboidratos (os hormônios sexuais, epinefrina, glicocorticóides, tiroideanos, GH e outros também influenciam a glicemia), porém, sem dúvida, são os mais importantes. A insulina é produzida pelas células beta das ilhotas de Langerhans e é armazenada em vesículas do aparelho de Golgi em uma forma inativa (pró-insulina).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">Nessas células existem receptores celulares que detectam níveis de glicose plasmáticos (hiperglicemia) após uma alimentação rica em carboidratos. Há a ativação da insulina com a retirada do peptídeo C de ligação, com a liberação da insulina da circulação sanguínea. Como efeito imediato, a insulina possui três efeitos principais:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 84.15pt; text-indent: -48.75pt; mso-list: l1 level1 lfo1; tab-stops: list 84.15pt;"><span style="mso-fareast-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="mso-list: Ignore;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">1-</span><span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;">                          </span></span></span><span style="font-size: small; font-family: Arial;">Estimula a captação de glicose pelas células (com exceção dos neurônios e dos hepatócitos);</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 84.15pt; text-indent: -48.75pt; mso-list: l1 level1 lfo1; tab-stops: list 84.15pt;"><span style="mso-fareast-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="mso-list: Ignore;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">2-</span><span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;">                          </span></span></span><span style="font-size: small; font-family: Arial;">Estimula o armazenamento de glicogênio hepático e muscular (glicogênese);</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 84.15pt; text-indent: -48.75pt; mso-list: l1 level1 lfo1; tab-stops: list 84.15pt;"><span style="mso-fareast-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="mso-list: Ignore;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">3-</span><span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;">                          </span></span></span><span style="font-size: small; font-family: Arial;">Estimula o armazenamento de aminoácidos (fígado e músculos) e ácidos graxos (adipócitos).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">Como resultado dessas ações, há a queda gradual da glicemia (hipoglicemia) que estimula as células alfa-pancreáticas a liberar glucagon. Este hormônio tem ação antagônica à insulina, com três efeitos básicos:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 84.15pt; text-indent: -48.75pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 84.15pt;"><span style="mso-fareast-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="mso-list: Ignore;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">1-</span><span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;">                          </span></span></span><span style="font-size: small; font-family: Arial;">Estimula a mobilização dos depósitos de aminoácidos e ácidos graxos;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 84.15pt; text-indent: -48.75pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 84.15pt;"><span style="mso-fareast-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="mso-list: Ignore;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">2-</span><span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;">                          </span></span></span><span style="font-size: small; font-family: Arial;">Estimula a glicogenólise;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt 84.15pt; text-indent: -48.75pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: list 84.15pt;"><span style="mso-fareast-font-family: Arial; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="mso-list: Ignore;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">3-</span><span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;">                          </span></span></span><span style="font-size: small; font-family: Arial;">Estimula a neoglicogênese.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-size: small; font-family: Arial;">Esses efeitos hiperglicemiantes possibilitam nova ação insulínica, o que deixa a glicemia de um indivíduo normal em torno dos níveis normais de 70-110 mg/dl. A captação de glicose pela célula se dá pelo encaixe da insulina com o receptor celular para insulina.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><img class="alignleft size-full wp-image-219" title="cho-14" src="http://camilalemos.com/wp-content/uploads/2009/02/cho-14.png" alt="cho-14" width="479" height="316" /></p>
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		<title>Carboidratos</title>
		<link>http://camilalemos.com/2009/02/07/carboidratos/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 22:52:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bioquímica]]></category>

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Pesquisa personalizada

   
           Os carboidratos são as biomoléculas mais abundantes na natureza. Para muitos carboidratos, a fórmula geral é dada por: [C(H2O)]n, daí o nome de carboidratos ou “hidratos de carbono”.
            Essas moléculas desempenham uma ampla variedade de funções. Elas têm função energética, pois são os principais produtores de energia sob forma de ATP, cujas [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;">   <img class="alignleft size-full wp-image-195" title="carboidratos-1" src="http://camilalemos.com/wp-content/uploads/2009/02/carboidratos-1.jpg" alt="carboidratos-1" width="347" height="429" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">           Os carboidratos são as biomoléculas mais abundantes na natureza. Para muitos carboidratos, a fórmula geral é dada por: [C(H2O)]n, daí o nome de carboidratos ou “hidratos de carbono”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Essas moléculas desempenham uma ampla variedade de funções. Elas têm <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">função energética</strong>, pois são os principais produtores de energia sob forma de ATP, cujas ligações ricas em energia (+-10 kcal) são quebradas sempre que as células precisam de energia para as reações bioquímicas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>A <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">função estrutural</strong> é dada pelo fato das células de animais possuírem uma série de carboidratos circundando a membrana plasmática que dão especificidade celular, estimulando a permanência agregada das células de um tecido – o glicocálix. A parede celular dos vegetais também é constituída por um carboidrato polimerizado – a celulose. A carapaça dos insetos é outro exemplo de função estrutural, já que essa carapaça contém quitina, um polímero que dá resistência extrema ao exoesqueleto.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Os carboidratos têm <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">função de reserva energética </strong>nos vegetais como amido (polímero da glicose) e nos animais<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> </strong>como glicogênio (polímero da glicose, porém com uma estrutura mais compacta e ramificada).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Essas moléculas são classificadas em monossacarídeos, dissacarídeos e polissacarídeos. Os <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">monossacarídeos </strong>são os carboidratos mais simples, dos quais derivam todas as outras classes. Quimicamente, são polihidroxialdeídos (ou aldoses) ou polihidroxicetonas (ou cetoses), sendo os mais simples monossacarídeos compostos, no mínimo 3 carbonos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-196" title="carboidratos-2" src="http://camilalemos.com/wp-content/uploads/2009/02/carboidratos-2.gif" alt="carboidratos-2" width="400" height="300" /></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A classificação dos monossacarídeos também pode ser baseada no número de carbonos de suas moléculas. Assim sendo, as TRIOSES são os monossacarídeos mais simples, seguidos das TETROSES, PENTOSES, HEXOSES, HEPTOSES, etc. Destes, os mais importantes são as pentoses (ribose, arabinose, xilose) e as hexoses (glicose, galactose, manose, frutose).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Os <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">dissacarídeos </strong>são os carboidratos ditos glicosídeos, pois são formados a partir da ligação de 2 monossacarídeos através de ligações especiais denominadas “ligações glicosídicas”. A ligação glicosídica ocorre entre um carbono anomérico de um monossacarídeo e qualquer outro carbono do monossacarídeo seguinte, através de suas hidroxilas e com a saída de uma molécula de água. Os glicosídeos podem ser formados também pela ligação de um carboidrato a uma estrutura não-carboidrato, como uma proteína, por exemplo. O tipo de ligação glicosídica é definida pelos carbonos envolvidos e pelas configurações de suas hidroxilas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>Os <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">polissacarídeos </strong>(mais de 10 moléculas de carbono) são os carboidratos complexos. Macromoléculas formadas por milhares de unidades monossacarídicas ligadas entre si por ligações glicosídicas. Os polissacarídeos são classificados como <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">homopolissacarídeos</strong> (contêm apenas um tipo de unidade monomérica; servem como forma de armazenamento e forma estrutural, como por exemplo o glicogênio, amido, quitina e celulose) e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">heteropolissacarídeos</strong> (contêm dois ou mais tipos de unidades monoméricas, como por exemplo o ácido hilaurônico – responsável pela resistência e flexibilidade de cartilagem e tendões).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span>O <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">amido </strong>é o polissacarídeo de reserva da célula vegetal. Formado por moléculas de glicose ligadas entre si através de numerosas ligações e poucas ligações de ramificação de cadeia. Sua molécula é muito linear e forma hélice em solução aquosa.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter size-full wp-image-203" title="carboidratos-31" src="http://camilalemos.com/wp-content/uploads/2009/02/carboidratos-31.jpg" alt="carboidratos-31" width="308" height="425" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">              O <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">glicogênio</strong> é o polissacarídeo de reserva da célula animal. Muito semelhante ao amido, possui um número bem maior de ligações, o que confere um alto grau de ramificação à sua molécula. Os vários pontos de ramificação constituem um importante impedimento à formação de uma estrutura em hélice.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-204" title="carboidratos-41" src="http://camilalemos.com/wp-content/uploads/2009/02/carboidratos-41.jpg" alt="carboidratos-41" width="450" height="576" /> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: left;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">              A <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">celulose </strong>é o carboidrato mais abundante da natureza. Possui função estrutural na célula vegetal, como um componente importante da parede celular. Semelhante ao amido e ao glicogênio em sua composição, a celulose também é um polímero de glicose. A sua ligação glicosídica confere à molécula uma estrutura espacial muito linear, que forma fibras insolúveis em água e não digeríveis pelo ser humano.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-199" title="carboidratos-5" src="http://camilalemos.com/wp-content/uploads/2009/02/carboidratos-5.gif" alt="carboidratos-5" width="459" height="228" /></span></span></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
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